I - A origem dos Angellin

E houve nos céus a primeira e a segunda revolução. Anjos faleceram no combate contra os traidores. Aqueles que tingiram suas asas de negro e viraram as costas para os céus.

Com o fim da segunda revolução, a Cidade de Prata resolveu criar um sistema de castas. E assim se dividiram os anjos de acordo com suas ideologias e poderes.

Surgiram os Corpores, magos e cientistas que desenvolvem os campos da ciência e da magia com igual fervor; os Protetores, anjos cabalísticos que se distribuem em 8 sub-castas; os Recíperes, anjos que possuíam a habilidade de moldar e entender os espíritos, também conhecidos como mercadores de almas; os Captares, caçadores, e os Nimbus, os mais burocráticos de parasídia.

Angelus e sua irmã Eden, eram anjos que haviam lutado nas grandes revoluções e foram uns dos primeiros encaixados na casta dos Captares. Anjos exímios na arte de caçar. Acreditavam que a honra e o senso de união eram as coisas mais valiosas que um anjo poderia possuir.

Passados os anos, Angelus e Eden se casaram e geraram sua descendência.

Uma descendência íntegra de anjos, assim como eles, Captares.

E passaram a sua prole o senso de justiça, ensinaram-lhes a os princípios que fizeram deles os anjos mais respeitados de sua região. E seus filhos casaram entre si e geraram filhos, e a esses filhos também fora repassado o código de conduta de seus pais.

Eden escreveu em um manuscrito e, entregou a seu primogênito, o código de conduta dos Angellin, anjos filhos de Angelus e Eden, dois dos primeiros da casta Captare.

Nascia assim a familia Angellin. Aos filhos que se interessavam pelas artes da magia foi acrescentado o nome de Cohen, que significa sacerdote.

E o primogênito fez a todos os seus irmãos e irmãs, filhos e sobrinhos, saber dos ensinamentos e das instruções de seus pais.

Um código que presa a união como base para o fortalecimento da Família e a honra como fator principal existência do anjo. Essas ideologias refletem principalmente nos três primeiros deveres. Os deveres para com a família.
  • - E mais importante - Um Angellin nunca deve negar ajuda, apoio, auxílio ou qualquer coisa do gênero a outro Angellin.- É aqui que se encontra toda a força da família. O inimigo de um é inimigo de todos. Os conhecimentos de um, pode ser útil à todos, assim, um único individuo carrega consigo conhecimento, influencia, aliados, contatos e etc. não só dele mas de toda a família.
    (Foi daqui que surgiu a Caçada- Quando TODOS os Angellins se mobilizam para encontrar o destruir um alvo. E um "alvo" nunca durou mais que 9 horas vivo depois de iniciadas as buscas)

  • 2º - Todo Angellin deve manter puro o seu sangue de captare.- Um captare deve manter-se no caminho da integridade. Não se corromper nem se seduzir pelas curvas da vida. Deve ser lúcido para fazer o julgamento mais correto e nunca iniciar uma caçada contra um inocente

  • 3º - Um Angellin é honra para seus antepassados e exemplo para seus descendentes - Todos Angellin deve ser o melhor naquilo que escolhe ser, para que assim, os mais novos possam se espelhar e os mais antigos possam ter o orgulho de que seus ensinamentos foram compreendidos. Por isso existem tantos especialistas e sábios na família (fato que resulta também num acréscimo à fama da família).

    Os Angelins normalmente são fervorosos e não aceitam a injustiça e a traição. Por isso os da Familia geralmente carregam um desprezo sobre-humano aos Anjos-caídos, seres que envergonharam seus companheiros e que envergonha os céus com suas atitudes.


Um legado que transcorreu séculos e que perpetua até hoje. Uma linhagem completa e integra de anjos captares que honram os céus e se protegem fortalecendo uns aos outros, adquirindo respeito e admiração.
Tornando-se uma das mais antigas linhagens celestiais
Um linhage milenar de Captares

Uma linhagem milenar de caçadores
O legado dos Angellin

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