Cap 5 - Beatriz

Uma irmã...

Papo esclarecedor - - -

- Hei, branquinha... Tem sorvete na geladeira, vem cá, pega um pouco...
- Spinew... não é?!
- É. Olha tem de chocolate e flocos...
- Obrigada... Err, Spinew, nós eramos muito amigos?
- Sabe... Na verdade a gente teve uns lances... Aí eu te dei um pé na bunda ... - Começa a sair da sala - Esse Alex... fica trazendo essas irmãs gostosas que ele tem...

A pergunta que ficou no ar:
Eu gostava desse tipo de cara?

- - -

Ja fazia algumas horas que Alexander havia entrado no escritorio de Eriol. Um mago que aparentemente parecia ser bastante influente e poderoso. Bianca estava começando a ficar impaciente e ociosa. Spinew havia saído e a deixado sozinha. Já havia usado suas habilidades de localização que lhe permitia ver alvo para descobrir a quantas andava a conversa entre Eriol r Alexander. Ao que puder entender, o mago havia pedido para que o captare lhe conseguisse uma pena de um Grifo de gel das montanhas de Arcadia. Depois de ter visto as condiões nada favoravel de como se conseguir a pena Bianca recobrou a consciencia na sala e aguardou mais uns minuto. Depois de ter decorado todos os detalhes da sala que se podia ver do sofá, a querubim começou a explorar os outros corredores da casa.

Um quarto lhe chamou a atenção. Avia algumas roupas espalhadas pela cama. Roupas decotadas ou curtas, roupas de quem se dedica a arte de seduzir. Um perfume citrico, suave. Uma aura forte e determnada que a mãos da jovem absorveram quase inconscientemente. Quase tão automatico como a curiosidade em ver a pessoa por trás daquele perfume.

O lugar era pouco ilumnado. Uma jovem de idade semelhante a de Bianca, cabelos loiros e lisos, pele bronzeada, corpo escultural estava diante de um homem de meia idade. Aparentemente estavam em meio a uma negociação.

- Se você veio me proper uma acordo é porque você ´precsa de mim.

- Eu posso estar apenas procurando me divertir

- Uma garota como você não iria procurar diversão com um velho como eu. O que você tem a me oferecer?

A pele da garota foi pouco a pouco ganhando um tom azulado. Suas curvas acentuaram ainda mais, seus cabelos cresceram e ganharam um tom mais branco. Por baixo de sua saia um rabo fino e pontiagudo que como uma serpente começou a dançar vagarozamente no ar.

- Não estou interessado nesse seu corpo.

- Estou falando dos poderes

- Não pretendo me tornar um demonio, por isso, dispenso esses poderes. Poderiamos falar sobre seus rituais.

- Meus rituais? - Voltando a forma humana

- Sim, eu poderia fazer o acordo. Todos os seus rituais e uma quantidade relevante de sua energia mística

- Quanto de minha energia mistica?

- Metade. De uma forma constante

- Isso não seria coveniente.

- Esse é o meu preço. Foi você que veio a mim.

- E você me analizou desde o momento que eu entrei por aquela porta. E você deve ter ficado bastante intereçado já que colcou em questão minhas habilidades misticas mesmo antes de eu mencioná-las - O homem ficou calado, olhando meio perdido entre as palavras e as curvas da mulher a sua frente.- Entenda... - Ela continuou enquanto debruçava-se sobre a mesa de forma que seu busto ficasse exposto - Eu tenho rituais muito poderosos. Tudo qualquer sombra pode ser uma arma ou uma porta de saída para mim.

- Isso... isso é bastante interesante.

- Pense bem... poderiamos comemorar o selamento desse acrdo de uma forma bem agradavel

- Para mim, seu corpo não é uma moeda

- Não faço intenção de uzá-lo como moeda. Pensei apenas em um pouco de diversão como brinde.

Bianca via a cena chocada. Somente um pensamento coria sua mente. " Minha irmã é uma prostituta? "

- Você pegara esse 10 espíritos para mim. - Estendendo uma lista sobre a mesa - Em troca, eu te darei todos os meus rituais... E uma festinha...- Completou com um sorriso malicioso

Assinado e marcado com sangue o contrato foi selado.

A querubim cancelou a visão, estava atonita... Sua irmã havia negciado o proprio corpo?! O nome "Bianca" ecoou pelos corredores da casa. Apressando-se, a querubim saiu do quarto as pressas e voltou à sala. Haviam se passado quatro horas desde que Alexander entrara no escritrio de Eriol. O captare estava com um olhar cansado, triste. Eriol estendeu a mão à jovem.

- Vamos recuperar suas memorias?

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